You pull me down and lift me up
Carry me with you and leave me by myself
You take everything that's good in me
And save it all for yourself
You mistreat me, you sing along with me
You affect me
You meet me up and keep me waiting
You say you love me, you forget our date
You say goodbye with a smile and makes me crumble
You disrespect me, you say you're sorry
You affect me
You call me at night, you hang up on me
You say you need me and you abandon me
You got me loving you
You got me suffering for you
You affect me
You complete me
You affect me
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quarta-feira, 18 de março de 2009
You Affect Me
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domingo, 30 de março de 2008
Rascunho
[ou rabiscos...]
-
Como seria a forma certa de começar?
Poderia eu falar de seu olhar
Ou da sua destacada brancura
Ou então de sua doçura, que tão rápido a alguém faz conquistar
Seria um desfile de adjetivos
Que até, talvez, se tornariam repetitivos
Pois não seria a primeira musa
Também não seria você homenageada pela primeira vez
Escrevo, então, por este bloco de recados apertado
Letras tortas de uma caligrafia destreinada
Iluminada por uma luz apenas, e distante da vista
Sentado à cama, pois é sempre a esta hora
[para não falar das outras]
Que me tomas os pensamentos
Me roubas o sono
E me deixa os sonhos
Só me resta falar, então
Sobre os sonhos que me aparecem -no sono ou não-
Farei portanto um apanhado deles
Da pele branca levemente fria -mas viva-
Juntamente com seus olhos e coração, que aquecem
Se tornando tensas a um toque meu, muito ansiado
E ganhas rubor e calor, o demonstrando com seu sorriso
E sinto comigo que o sonho, de tão bom
Está para acabar
Adormeço, ou então o sol vem me acordar
Até a noite seguinte -e volta e meia durante o dia-
Tornas a voltar...
-
Como seria a forma certa de começar?
Poderia eu falar de seu olhar
Ou da sua destacada brancura
Ou então de sua doçura, que tão rápido a alguém faz conquistar
Seria um desfile de adjetivos
Que até, talvez, se tornariam repetitivos
Pois não seria a primeira musa
Também não seria você homenageada pela primeira vez
Escrevo, então, por este bloco de recados apertado
Letras tortas de uma caligrafia destreinada
Iluminada por uma luz apenas, e distante da vista
Sentado à cama, pois é sempre a esta hora
[para não falar das outras]
Que me tomas os pensamentos
Me roubas o sono
E me deixa os sonhos
Só me resta falar, então
Sobre os sonhos que me aparecem -no sono ou não-
Farei portanto um apanhado deles
Da pele branca levemente fria -mas viva-
Juntamente com seus olhos e coração, que aquecem
Se tornando tensas a um toque meu, muito ansiado
E ganhas rubor e calor, o demonstrando com seu sorriso
E sinto comigo que o sonho, de tão bom
Está para acabar
Adormeço, ou então o sol vem me acordar
Até a noite seguinte -e volta e meia durante o dia-
Tornas a voltar...
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