Time goes by, slowly
How slowly?
Like a big city
Like those people you'll never know
And you only care about in the news
But how many asks the same questions I do?
I believe that those sky can change
But what it mented, never will be forgotten
Could that orange thing far away from us
-but yet so close-
Change our lives?
Or that was supposed to happen anyway?
A little things that I can look at it now
And they mean much more than anything that went wrong
Now I can only remember the good things
Am I wrong or am I old?
Or still... Am I missing being missed?
I couldn't, and I wouldn't ask for anyone else
Like i won't ask for you again
Time goes by
And ours was that one
If I'm right then
It's not any wrong to feel that kind of feelings
It's only good thoughts about good times
And like I've never knew, but now I should say
Best time's are always now
If, and only if
We ever meet again, no matter when
I'll just want it
To look. Being looked
And then look again...
I'll be happy for everything back then
-
[escrito em Inglês pra dificultar o entendimento...]
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quarta-feira, 18 de julho de 2007
sábado, 30 de junho de 2007
Rumo ao sul
post scriptum...
-
[diário de viagem de um louco]...
Epílogo
E o que ficou? Esta seria a pergunta que ficava martelando na cabeça nos meses seguintes, pelo menos nos quatro ou cinco... Logo depois da volta tudo mudou, virou de pernas para o ar. Os dias que se seguiram passaram penosos, o aniversário chegou, a sensação de ficar mais velho só piorou as coisas... Encontrando-se em uma encruzilhada a solução é tomar o caminho mais lógico, e seguir...
E seguindo os dias foram passando, as semanas, os meses... Os estudos voltaram a ser importantes, ocupando o tempo e até mesmo divertindo. Mais tempo passando, mais amizades, mais distração... A cura se faz por si próprio.
Muitas das palavras que seguiram de ambos os lados seriam motivo de arrependimento depois, mas nessas situações o melhor é falar, gritar, brigar com o mundo para pedir desculpas depois. É assim que as coisas funcionam e as relações se fortalecem. Agora eu sei bem...
E mais meses se passando, chega o momento de expor as idéias, transmitir os pensamentos pra que, quem sabe, eles semeiem algo em alguém. E que idéia melhor que um diário de viagem?!
Então dedos no teclado, vasculhando a mente [as vezes com ajuda do I-doser] para lembrar de cada detalhe de cada dia... E tudo foi fluindo... E a aprovação que eu mais precisava, eu tive... Ótimo, tenho que fazer disto o melhor possível!
E passados todos os sentimentos que prejudicariam minhas conclusões, o que posso lembrar, e dizer, são as memórias de um jogo do México deitado numa cama com pessoas rindo ao meu lado, das mãos dadas o tempo todo, das dezenas de amigos e pessoas inesquecíveis que pude conhecer, quando cheguei a pensar um dia que nunca chegaria até lá, do frio diferente do daqui, das longas caminhadas e do conhecimento que tudo aquilo me trouxe, da independência de estar, pela primeira vez, andando com as próprias pernas, lembranças de um jogo do Brasil acompanhado de pizza e muita zoação, das diversas casas que conheci e me receberam como se eu fosse dali, do nascer do sol refletido no Guaíba no dia da chegada, bem como os pilares da ponte que denuncia a chegada a Porto Alegre se aproximando na chegada e ficando pequenas e distantes na partida...
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[diário de viagem de um louco]...
Epílogo
E o que ficou? Esta seria a pergunta que ficava martelando na cabeça nos meses seguintes, pelo menos nos quatro ou cinco... Logo depois da volta tudo mudou, virou de pernas para o ar. Os dias que se seguiram passaram penosos, o aniversário chegou, a sensação de ficar mais velho só piorou as coisas... Encontrando-se em uma encruzilhada a solução é tomar o caminho mais lógico, e seguir...
E seguindo os dias foram passando, as semanas, os meses... Os estudos voltaram a ser importantes, ocupando o tempo e até mesmo divertindo. Mais tempo passando, mais amizades, mais distração... A cura se faz por si próprio.
Muitas das palavras que seguiram de ambos os lados seriam motivo de arrependimento depois, mas nessas situações o melhor é falar, gritar, brigar com o mundo para pedir desculpas depois. É assim que as coisas funcionam e as relações se fortalecem. Agora eu sei bem...
E mais meses se passando, chega o momento de expor as idéias, transmitir os pensamentos pra que, quem sabe, eles semeiem algo em alguém. E que idéia melhor que um diário de viagem?!
Então dedos no teclado, vasculhando a mente [as vezes com ajuda do I-doser] para lembrar de cada detalhe de cada dia... E tudo foi fluindo... E a aprovação que eu mais precisava, eu tive... Ótimo, tenho que fazer disto o melhor possível!
E passados todos os sentimentos que prejudicariam minhas conclusões, o que posso lembrar, e dizer, são as memórias de um jogo do México deitado numa cama com pessoas rindo ao meu lado, das mãos dadas o tempo todo, das dezenas de amigos e pessoas inesquecíveis que pude conhecer, quando cheguei a pensar um dia que nunca chegaria até lá, do frio diferente do daqui, das longas caminhadas e do conhecimento que tudo aquilo me trouxe, da independência de estar, pela primeira vez, andando com as próprias pernas, lembranças de um jogo do Brasil acompanhado de pizza e muita zoação, das diversas casas que conheci e me receberam como se eu fosse dali, do nascer do sol refletido no Guaíba no dia da chegada, bem como os pilares da ponte que denuncia a chegada a Porto Alegre se aproximando na chegada e ficando pequenas e distantes na partida...
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segunda-feira, 4 de junho de 2007
Textos antigos: "[doce] fantasma"
[doce] fantasma
Doce fantasma...
Me volta a assombrar os sonhos do nada?
Me faz pensar em coisas que não posso
Ao mesmo tempo que se mostra renovada
Quer me tirar da escuridão, essa que tanto aprecio
Ou quer o que?
Doce fantasma, bela como sempre
Vai voltar de vez pra minha vida
E mudá-la de novo?
Lá vamos nós, de novo!
[postado originalmente em '¡Tchau Radar! em 18/04/2006]
Doce fantasma...
Me volta a assombrar os sonhos do nada?
Me faz pensar em coisas que não posso
Ao mesmo tempo que se mostra renovada
Quer me tirar da escuridão, essa que tanto aprecio
Ou quer o que?
Doce fantasma, bela como sempre
Vai voltar de vez pra minha vida
E mudá-la de novo?
Lá vamos nós, de novo!
[postado originalmente em '¡Tchau Radar! em 18/04/2006]
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Quem sabe? Quem sabe, talvez. Sem nitidez [quem sabe]...
Cê... Para tudo! A partir de agora, este blog vai para.. POESIA!
[mas este blog já ia para a poesia!..]
Como diz Gessinger em Vozes "Quem Sabe, quem sabe, talvez..." eu volte!
Por ora é só, mas ainda ESSA SEMANA eu postarei algo que me incentivaram a postar....
Bem-vindos [os que chegam] e de volta os que retornam!
[mas este blog já ia para a poesia!..]
Como diz Gessinger em Vozes "Quem Sabe, quem sabe, talvez..." eu volte!
Por ora é só, mas ainda ESSA SEMANA eu postarei algo que me incentivaram a postar....
Bem-vindos [os que chegam] e de volta os que retornam!
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